ocaso perdido
a prece da viúva
poente querido
AC - Sampa 02/07/2011
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Seis horas
Um sino tange
um som pungente
de velhos poetas
na volta do tempo
Há sombras de nuvens que passam
devagar como se parassem
e um antiquado sol amarelado
na beira da estrada apascentando ovelhas
Uma poeirinha
subindo de mansinho
qual tímida nuvenzinha
que vai sumindo devagarinho
até ficar paradinha e fininha
penduradinha no ar bem quietinha
Então
mais parado ainda
recomeça o lento movimento lento
e a gema de ovo do sol
vai cair na frigideira do ocaso
na floresta fogueira imensa
e o horizonte em volta dele-gema
fica coalhado de nuvens-claras
e quando bem frito fica pronta
a bela noite-estrelada
Alberto Centurião
Sampa, lá pelos anos 70
um som pungente
de velhos poetas
na volta do tempo
Há sombras de nuvens que passam
devagar como se parassem
e um antiquado sol amarelado
na beira da estrada apascentando ovelhas
Uma poeirinha
subindo de mansinho
qual tímida nuvenzinha
que vai sumindo devagarinho
até ficar paradinha e fininha
penduradinha no ar bem quietinha
Então
mais parado ainda
recomeça o lento movimento lento
e a gema de ovo do sol
vai cair na frigideira do ocaso
na floresta fogueira imensa
e o horizonte em volta dele-gema
fica coalhado de nuvens-claras
e quando bem frito fica pronta
a bela noite-estrelada
Alberto Centurião
Sampa, lá pelos anos 70
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